REVISTA IATE
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OUTUBRO DE 2009
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Show de Elegância
Embarcações clássicas, mantidas e velejadas como jóias raras, reinam nas águas da charmosa cidade francesa de Saint-Tropez, dando um show de elegância durante o Les Voiles de Saint-Tropez
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Show de Elegância
Embarcações clássicas, mantidas e velejadas como jóias raras, reinam nas águas da charmosa cidade francesa de Saint-Tropez, dando um show de elegância durante o Les Voiles de Saint-Tropez
Fotos Rolex/Carlo Borlenghi
Mais importante competição clássica de vela do mundo, Les Voiles de Saint-Tropez conta com o deslumbrante cenário da cidade que a partir dos anos 60, quando a atriz Brigitte Bardot foi morar lá, se transformou num dos pontos franceses mais badalados do verão. E fica ainda mais bonita entre 27 de setembro e 4 de outubro, quando barcos antigos – clássicos, super bem conservados – velejam ao lado de embarcações moderníssimas na baía de Saint-Tropez.
No total, quase 300 barcos, além de outros que encontram lugar nas marinas vizinhas de Port-Grimaud e nas marinas de Cogolin. O Vieux Port , coração da vila cheia de charme, fica repleto de veleiros clássicos em madeira verniz e bronze que compõem a flotilha da Les Voiles de Saint-Tropez.
Obviamente, as embarcações de tradição não correm na mesma série que os iates modernos, e o Troféu Rolex é oferecido para o vencedor da divisão de barcos clássicos acima de 16 metros de comprimento.
O brasileiro Lars Grael já venceu a competição várias vezes, uma das quais no comando do barco brasileiro Wright on White.

O sol brilhante e os ventos frescos dão boas-vindas às equipes na baía de Saint-Tropez. A bordo de algumas dessas embarcações, tripulações experientes que, à noite, se juntam aos visitantes ao longo do cais, onde acontecem várias atrações.
O espetáculo é principalmente na água, mas também acontece em terra firme, no fim do dia, pós-regatas, e nas noites calorosas dessa cidade provençal.
Mas sua vocação vem de muito antes. A cidade que nasceu como um vilarejo de pescadores seduziu o escritor e poeta francês Guy de Maupassant, em 1880, e se tornou um dos focos mais ativos da vanguarda da pintura no início do século 20 graças a Paul Signac, que descobriu, em 1892, o pequeno porto de pescadores a bordo do iate Olympia. Encantado pela beleza e pela luz locais, Signac comprou uma casa onde fez seu ateliê (La Hune), frequentado por pintores como Matisse, Derain, Marquet.
A cidade mítica que se tornou passagem obrigatória de celebridades, amantes do mar, apaixonados pela história e arte, promove eventos de fama mundial que contribuem para perpetuar sua lenda. O pequeno porto de pesca de múltiplas facetas e mil encantos, tomado por uma infinidade de iates, revela que ali, em meio a história, glamour e arte, a vida pode ser bem vivida.
LEITURA COMPLETA
OFFSHORE A VELA
O veleiro Jeanneau 57’ é feito sob medida para aquele lancheiro
que quer velejar, mas não abre mão do conforto e da velocidade que uma lancha proporciona
Esta é a razão pela qual o casco, assinado por Philippe Briand, tem desenho inspirado nas lanchas offshore, com uma extensa linha d’água que privilegia o desempenho. E nem é preciso contar com uma tripulação grande: para o manejo dos mais de 158 m² de velas foi projetado um sistema elétrico que facilita a operação.
Conforto é item de série no amplo interior, com espaço de sobra para convivência, uma cozinha em que tudo está sempre à mão e cinco cabines, que garantem o conforto de pelo menos 10 pessoas para pernoite. Caso o proprietário prefira suítes amplas, as cabines duplas localizadas na proa podem se transformar em espaço único. Já a área das cabines de popa é separada por uma porta, o que dá maior privacidade tanto a quem está no salão como a quem está na área íntima.
Na área íntima, assim como em todo o barco, os pisos são forrados de madeira teca. E o acabamento nobre continua nos detalhes em couro, aço inoxidável e madeiras trabalhadas.
Gaiútas no teto e nas laterais do salão garantem uma inundação de luz. Para proteção contra os raios do sol, painéis deslizantes são acionados.
As luzes internas, de navegação e de ancoragem são de LED.
/ 15’ 7
Sistema hidráulico
A sala de máquinas é facilmente acessível através de um alçapão que utiliza um sistema hidráulico para abrir e fechar. O mesmo sistema é utilizado no compartimento onde é guardado o bote, na popa do veleiro. Desta forma, o compartimento pode ser aberto sem que o piloto deixe seu posto.
Sob o piso, muito espaço para guardar o que for preciso: brinquedos, equipamentos, ombrelones, etc.
Para garantir maior liberdade aos convidados, o barco possui convés "de serviço", projetado na parte inferior do barco. Foi a solução encontrada para diminuir o trânsito da tripulação pelas áreas sociais.
Ficha técnica
Projeto Philippe Briand
Conceito e Design Garroni / Premorel / Jeanneau Design
Comprimento total 16 m
Comprimento do casco 15,73 m
Linha d’água 13,96 m
Largura 4,77 m
Vela mestra 49 m²
Mais de 158 m² de velas
Opção para 3, 4 ou 5 suites
Motor Volkswagen Marine TDI 140-5
Opção para tanque extra de combustível
Opção para dessalinizador
Design, projeto e construção certificados pelo Cureau Veritas com padrão ISSO 9001
Informações (12) 3896-5324, (12) 9715-8272, luiz@layline.com.br,
www.layline.com.br
